Category: Comportamento (page 1 of 8)

A PRECARIZAÇÃO DA MULHER

A mulher está em precarização! A mulher está insegura de si mesma, está sofrendo alterações em sua identidade e esse é um assunto sério.
Que peso a mulher tem colocado sobre ela mesma. Que título a mulher tem colocado sobre ela mesma. Qual valor a mulher tem dado a si mesma.
Sim, são afirmações. Tais afirmações eu tenho concluído a partir do que tenho observado ocorrer em nossos dias.
A mulher dos nossos dias vive debaixo de um peso, de uma pressão que a tem destruído aos poucos, e aos poucos sem perceber essa mulher tem se perdido e se corrompido.
A mulher dos nossos dias tem se diminuído, se humilhado e tem se vendido por muito pouco.
A mulher tem buscado uma perfeição exterior, que tem servido como uma perfeita máscara para cobrir o que não está perfeito por dentro.
A mulher tem esquecido de ser bela, pura, inteligente, divertida, simples. O foco da mulher dos nossos dias está em como pode ser ainda mais perfeita e atraente. Seus valores estão focados em status, aparência física, bens, carreira profissional e vida amorosa. Todo o seu desejo por sucesso e realização está sendo terceirizado. E, porque terceirizar o que a mulher pode conquistar por si própria? Porque terceirizar a própria felicidade? Se a vida está em suas mãos, porque a felicidade tem que estar na mão do outro? Porque esperar por aprovação quando por si própria ela pode se aprovar? A realização de uma mulher não está em um sim de um homem, mas no sim que ela dá à si mesma. Porque viver de tentativas quando pode-se viver de certezas?
A mulher está morrendo aos poucos, e vem perdendo toda a sua força em uma guerra que ela mesma engressou sem ser enviada. Porque a mulher se alistaria em uma guerra contra ela mesma, onde todos os seus ataques estariam maltratando a si mesma? Pois, todas as vezes que a mulher se expõe ou se exibe a troco de um olhar, ela está colocando sobre si própria um peso que a pode matar quando não é correspondida ao nível que ela esperava.
Porque a mulher entra em guerra com o próprio corpo, submetendo-o à dietas e exercísios extremos a troco de se igualar a todas as outras? Não saberia a mulher que quem se iguala só o faz por ainda não saber que é única?
Hoje, as mulheres dos nossos dias, tiram a vida, por não conseguirem se igualar ao padrão ditado pela mídia. Vivem uma vida em função de serem aceitas pelos outros, e esquecem de olhar para dentro de si próprias para cultivarem aquilo de maior valor. Passam uma vida inteira, em torno do que é superficial, do que é aparente aos olhos somente e no fim da vida, terminam solitárias.
Temos o exemplo do falecimento recente de Katherine Spade, conhecida como Kate Spade, que faleceu de depressão com 55 anos de idade, quando se suicidou em seu apartamento em New York. Kate tinha condições financeiras, beleza, status, carreira, família… e tudo isso não foi suficiente para mantê-la viva. Ela tirou a própria vida porque provavelmente nunca tinha encontrado o sentido dela. O que estava aparentemente bem na vida de Kate Spade aos olhos dos outros, não era suficiente pra ela.
Por isso, mais vantagem é viver para o que é suficiente para você mesma, do que viver em função do que vai agradar o outro.
A verdade é que, todo excesso esconde uma falta. A escritora Carolina Vila Nova tem uma frase que diz: “Diga-me como você se exibe, e eu lhe direi qual é o seu vazio”. Essa frase é uma realidade para os nossos dias, em especial para o perfil de mulheres que estamos abordando aqui. Todas as vezes que uma mulher exibe algo, existe um motivo pelo qual ela faz isso. Todas as vezes que existe um exibicionismo físico, exagerado e exuberante, de uma intensidade anormal, existe também uma falta ou uma necessidade que precisa ser preenchida. O simples fato de muito se exibir, demonstra desiquilíbrio e desarmonia. Pois, quem está completo e resolvido não possui necessidade de aparecer.
E o que falta? Falta permitir-se conhecer, identificar as faltas e preencher o vazio de forma adequada. Encerre hoje a guerra contra si mesma. Faça as pazes com si própria, com seu corpo, suas emoções e seu intelecto. Pois quando você conseguir ser dona de si própria, não precisará mais da aceitação alheia. Ser você mesma de forma equilibrada será o bastante para te manter bem, feliz e resolvida. Sabe, aquela mulher precária? Devolva-lhe a vida, liberte-a. Não existe necessidade de terceirizar o valor da mulher. A própria mulher pode fazer isso, se ela quiser.

AINDA NÃO CHEGUEI, MAS ESTOU BEM!

Hoje meditei bastante e tive a oportunidade de refletir sobre algumas coisas.
Estive refletindo em relação aos meus sonhos, planos, projetos e aspirações para o futuro. Então, fiz uma lista do que já conquistei até aqui e uma lista do que ainda não conquistei. A medida que fui escrevendo sobre o que ainda não conquistei, percebi que fiquei um tanto ansiosa e uma sensação de medo tomou conta de mim. Comecei a sentir uma angústia, um aperto e me perdi dentre tantos pensamentos que me assolaram. Fiquei um pouco perdida no tempo, até que recebi um mensagem de texto no celular; era uma amiga e ela tinha me enviado um texto enorme me agradecendo por fazer parte de sua vida, e o quanto ela se sentia abençoada pelos anos de amizade.
Naquele mesmo instante, logo após ter lido a mensagem da minha amiga, fechei os olhos e comecei a refletir sobre o que já fiz até hoje e deixei a lista do que ainda não consegui de lado. Percebi que o número de coisas que já tinha conquistado era grande e continha coisas muito importantes. Então pude concluir que tinha vários motivos para me alegrar e celebrar. Pude entender que o que ainda não fiz, não conquistei e os lugares que ainda não fui não podiam me roubar a alegria do que já fiz, conquistei e onde pisei. Entendi também que o processo para conquista de algumas coisas levam tempo e na maioria das vezes não estamos preparados para as coisas que queremos tanto; e que o tempo nos amadurece e prepara para chegar lá.
E que o fato de não termos chegado onde queremos, não nos dá o direito de ver as coisas pelo lado negativo. Eu posso, mesmo sem ter tudo, dizer que estou bem; mesmo sem ter chegado, dizer que estou bem; mesmo sem ter conquistado, dizer que estou bem.
Pois, o que deve definir o que eu sinto, não são as conquistas, mas o que eu decido sentir. Se eu decido estar bem, então eu estou. Provérbios 23:7 diz: Assim como o homem se vê, assim ele é. Isso nos fala sobre o poder de escolha e decisão que vem de dentro e não depende de fatores externos.
Após a minha reflexão, eu tive duas escolhas: me deixar abater com um sentimento de medo pelo que ainda não conquistei ou celebrar o que já conquistei até hoje. Todos nós podemos fazer essa escolha; depende somente do que decidimos cultivar em nossos pensamentos.
Mas, veja bem, nem sempre foi assim. Nem sempre eu consegui escolher celebrar as conquistas; por muitas vezes eu me perdi na ansiedade e medo do futuro. Por muitas vezes eu me deixei abater, até ficar sem forças para lembrar de tanta coisa boa que já tinha me acontecido. E ter deixado a ansiedade tomar conta não me ajudou em nada, na verdade só fez piorar a situação. Sentir dó de mim mesma não me levou a lugar algum, e ainda me fez parar no tempo. Eu precisei entender que podia controlar meus pensamentos, que podia lutar contra sentimentos negativos que me faziam mal. Que podia me levantar daquele lugar de medo e caminhar em direção ao meu futuro.
Eu precisei aprender a cultivar uma estabilidade emocional, que não ocilaria mediante a minha situação atual. Eu entendi que isso era possível, porque só dependia de mim e de uma escolha que eu precisava fazer. O fato de ter uma lista de itens que ainda não conquistei não pode determinar o que sinto hoje. Na verdade eu posso e preciso usar tudo o que tenho hoje como incentivo para prosseguir em direção ao que ainda não conquistei. Mas, as vezes, nos acomodamos tanto que mais fácil é deixar pensamentos negativos nos paralizar. O que nos falta as vezes, é entendimento de quem somos, gratidão pelo que temos e foco para prosseguir rumo ao que sonhamos. Precisamos entender que tudo é questão de decisão, se decidimos estar bem, então nada vai poder ditar como sentimos.
Ouse dizer: Ainda não conquistei, mas estou bem.
Estar bem é uma decisão, e não um resultado que adquirimos. Estar bem tem mais haver com querer do que esperar acontecer. Estar bem começa por dentro. Estar bem é entendimento. Estar bem é ser grato. Estar bem é simples mas exige esforço. É ter coragem de dizer mediante a tudo: Ainda não cheguei, mas estou bem! Comece hoje, te garanto, você consegue!

Não existe necessidade de reinventar o evangelho!

Eu estava aqui fazendo uma leitura quando li a seguinte frase: Não existe a necessidade de reinventar a roda! E imediatamente o Espírito Santo falou ao meu coração: “Assim como não existe necessidade de reinventar o evangelho!”
Na mesma hora eu pensei: Wow, conta mais! Naquele mesmo momento me veio a mente tudo que tenho visto, ouvido e presenciado na minha geração que não condiz com o evangelho que foi pregado e vivido por Jesus na terra. Tive também um sentimento de culpa ao perceber que tenho parte nisso, e por ter ouvido isso diretamente do Espírito Santo me senti intimada à fazer algo; ou no mínimo começar a escrever algo à respeito.

A verdade é que todos somos responsáveis por pregar a verdade e vivê-la também. Não temos o luxo de deixar somente o pastor fazer esse trabalho, como se esse trabalho pudesse ser atribuído somente às pessoas que possuem um cargo ou título dado por uma denominação evangélica. Como se esse trabalho tivesse se tornado um peso para os evangélicos à ponto de ser feito somente quando for remunerado. Como se esse trabalho fosse tão insignificativo ao ponto de ser ignorado, esquecido e desrespeitado pelos próprios seguidores de Jesus.

Quando é que o evangelho virou um fardo, um hobby ou um comércio? Quando foi que a simplicidade saiu do evangelho e a complexidade entrou? Quando foi que tornamos o singelo em fingimento? Quando foi que Jesus saiu de cena por termos colocado o homem no trono? Quando foi que nos esquecemos que foi pela graça e começamos a monetizar? Quando foi que nos perdemos em meio à tanta ostentação e passamos a fingir sermos santos?

O que temos feito do evangelho que é tão simples? Porque estamos vendendo Jesus para as pessoas, quando Ele veio ao mundo sem exigência alguma? Porque estamos comercializando Seu nome para que o nosso nome seja maior que o dEle? Porque estamos construindo uma anarquia cristã quando é preciso viver o reino? Porque tanta prepotência quando Ele se fez maldito para nos trazer paz?

Um Jesus que simplificou mas nós queremos enigmar. Um Jesus que ensinou perdão mas nós queremos condenar. Um Jesus que falou sobre princípios mas nós preferimos fazer uso de técnicas. Um Jesus que deu exemplo de comunhão mas nós preferimos a oposição. Um Jesus que se assentou entre pecadores e nós nos auto-avaliamos espirituais demais e nos consideramos superiores aos outros.

Porque estamos mistificando Jesus? Porque estamos abusando do evangelho? Porque estamos buscando reinventá-lo quando a única coisa necessária é sermos discípulos daquele que já exemplificou tudo? Porque estamos lançando pedras na prostituta que Jesus perdoou?

Um evangelho que não precisa de templos, de púlpitos ou de títulos. Um evangelho que levanta, que ajuda, que transforma e que cura. Um evangelho de amor, de paz e de união. Um evangelho que não tira Jesus do centro. Um evangelho de relacionamento. Um evangelho de verdade e humildade. Um evangelho de perder para ganhar. Um evangelho sem sistemas de valorização consumista. Um evangelho que chora pelo perdido e alcança o caído. Um evangelho que não depende de palcos para promover talentos. Um evangelho que não aceita barganhas. Um evangelho desafiador e não confortável. Esse é o evangelho de Jesus. Esse é o evangelho da cruz. Esse é o evangelho que eu e você precisamos seguir.

Porque você está buscando reinventar o evangelho sendo que não existe essa necessidade? A mensagem de Jesus é simples; Ele disse “Ide” e não “Vão em busca de algo melhor do que eu já mostrei, compliquem e enfeitem tudo para que o evangelho se torne quase impossível de ser seguido”. O nome de Jesus tem que estar acima do nosso, acima do título, acima do ministério, acima do sistema. Jesus precisa estar no centro. Jesus precisa ser o foco. Jesus é a mensagem à ser pregada.

Será que estamos dispostos à deixar de lado o evangelho que criamos para seguir o evangelho que já foi criado?

CONVENCENDO O MUNDO OU SENDO CONVENCIDOS PELO MUNDO?

Quero começar esse texto com a seguinte afirmação: Estavamos vivendo os últimos dia na terra.
Será que é certo afirmar isso? Claro que sim, olhe para os últimos acontecimentos – guerras, terrorismos, pragas, doenças, escândalos políticos, pobreza, drástica mudança climática, entre outros assustadores fatores.

Tudo isso já estava previsto, e nos foram deixado avisos sobre tudo isso. Veja o que diz Romanos 12:2: “Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso espírito, para que possais discernir qual é a vontade de Deus, o que é bom, o que lhe agrada e o que é perfeito.” Veja também o que diz: I João 5:19: “Sabemos que somos de Deus, e que o mundo todo jaz sob o maligno”.

O mundo tem se corrompido, tem se perdido, tem se afundado em suas práticas errôneas. E a pergunta é: O que nós – seguidores de Jesus, estamos fazendo? Temos convencido o mundo ou estamos sendo convencidos? Que diferença temos feito na terra? Que legado temos deixado? Que história temos escrito?

Os tempos mudam? Sim! A tecnologia está ocupando mais espaço em nossa geração? Sim. O pecado tem aumentado? Sim.
E nós podemos nos calar diante tudo isso? Não! Mas estamos em falta. Temos nos calado, temos sido influenciados, temos sido reféns de nossas próprias escolhas. Muitas vezes aceitamos pensamentos e práticas mundanas quando deveríamos buscar viver a luz da palavra de Deus. Estamos mais preocupados com nossa aparência externa do que a aparência do nosso espírito. Estamos mais ligados as vozes da mídia do que a voz do Espírito Santo. Estamos alimentando a carne e deixando o espírito morrer de fome.

Todas as vezes que ligamos a televisão e alí sentamos por horas, estamos indo em busca de um poço de mentiras e engano e deixando de lado o livro da vida que é uma fonte de amor, verdades e promessas. Quando valorizamos o prazer temporário, estamos deixando de lado o que é eterno. Quando ocultamos o nome de Deus, estamos nos igualando aos que não acreditam nEle. Assim, vamos dançando no rítmo do mundo, sem perceber vamos nos esfriando, nos afastando e nos calando. Aos poucos vamos sendo influenciados e convencidos de que não tem problema aceitar o mundo como ele é e aderir suas práticas.

Não! Eu digo não à tudo isso! Eu digo não à tudo que nos afasta da verdade. Eu digo não à tudo que nos corrompe e nos tira do centro do evangelho. Eu digo não à tudo aquilo que desfarça Jesus Cristo. Eu digo não à tudo aquilo que me distancia do foco, do trono e da presença de Deus. Eu digo não as canções escritas por mentes influenciadas pelo mal. Eu digo não à mídia que tira Jesus do centro. Eu digo não ao sistema corrompido. Eu digo não à indecência. Eu digo não à carnalidade. Eu digo não à prostituição. Eu digo não ao altar contaminado com o pecado. Eu digo não aos prazeres da carne. Eu digo não ao conformismo. Eu digo não a religiosidade.

Acorda igreja. O mundo está no maligno. Nós carregamos a verdade. Nós somos discípulos de Jesus Cristo. Não podemos nos acostumar com o errado, precisamos convencer o mundo do certo, precisamos viver o evangelho da verdade e da justiça.

Desperta igreja, o fim está proximo!

« Older posts